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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Process Art

Process art emphasizes the “process” of making art (rather than any predetermined composition or plan) and the concepts of change and transience, as elaborated in the work of such artists as Lynda Benglis, Eva Hesse, Robert Morris, Bruce Nauman, Alan Saret, Richard Serra, Robert Smithson, and Keith Sonnier. Their interest in process and the properties of materials as determining factors has precedents in the Abstract Expressionists’ use of unconventional methods such as dripping and staining. In a ground-breaking essay and exhibition in 1968, Morris posited the notion of “anti-form” as a basis for making art works in terms of process and time rather than as static and enduring icons, which he associated with “object-type” art. Morris stressed this new art’s de-emphasis of order through nonrigid materials, pioneered by Claes Oldenburg, and the manipulation of those materials through the processes of gravity, stacking, piling, and hanging.
Process artists were involved in issues attendant to the body, random occurrences, improvisation, and the liberating qualities of nontraditional materials such as wax, felt, and latex. Using these, they created eccentric forms in erratic or irregular arrangements produced by actions such as cutting, hanging, and dropping, or organic processes such as growth, condensation, freezing, or decomposition.
Fonte:http://www.guggenheim.org/new-york/
Process artists were involved in issues attendant to the body, random occurrences, improvisation, and the liberating qualities of nontraditional materials such as wax, felt, and latex. Using these, they created eccentric forms in erratic or irregular arrangements produced by actions such as cutting, hanging, and dropping, or organic processes such as growth, condensation, freezing, or decomposition.
Fonte:http://www.guggenheim.org/new-york/
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
CInema Nômade, com Murnau

Aurora (Sunrise)
1927, EUA, 95min
Direção: Friedrich Wilhelm Murnau
Quando pode acontecer de, na vida, perdermos de um só golpe a cabeça, o corpo e o chão (ou superfície)? Não será no lance mesmo pelo qual ganhamos um rosto desejável, com sua estética uniforme de falsas multiplicidades e nos inserimos, rosto e roupagem, em uma nova paisagem que, de tão fantástica, é impossível habitar? - um desterritório feito cidade? Acontecimento fatal e inevitável para a emergente vida urbana em sua condição de troca generalizada que faz de toda relação de sociabilidade uma trapaça? No instante em que zonas móveis, voláteis e sem causa imaginável nos façam alçar vôo com as asas da sedução e tecem um plus de poder...ah...e nos prometem aquele gozo a mais sem o qual não faz sentido viver!...mas sem a consistência para o vôo da potencialização necessária! deliramos então e sonhamos de olhos abertos, flutuamos em utopias, fantasias, ilusões, ficções...
O desejo pode encontrar a ocasião de mal-encontrar-se! De ser arrancado de seus ritmos mais lentos ou mais velozes, quando disperso, desatento e descontinuado, entrecortado e banalizado pelo cotidiano rasteiro e sem surpresas, deixa-se seduzir pelo fantástico quimérico, quando carente precisa do que promete sem comprometer-se.
E quando nos damos conta...chegamos a nos dar conta realmente? Retomada de si, do outro em nós, de nós no outro, o que ainda poderia significar? Um resgate do amor por arrepender-se ou por conquistar um modo extra, único e necessário de fruir o acontecimento da existência e a experiência de si na relação com o outro? Um devir, feito de devires e de combates que quebram todos os espelhos, - pois afinal o que pode, mais do que os espelhos, tudo achatar e tornar míseras miríades com suas falsas profundidades, sem real profundidade nem duração, esta essência rara do tempo de que é feita a vida? (Luiz Fuganti)
O desejo pode encontrar a ocasião de mal-encontrar-se! De ser arrancado de seus ritmos mais lentos ou mais velozes, quando disperso, desatento e descontinuado, entrecortado e banalizado pelo cotidiano rasteiro e sem surpresas, deixa-se seduzir pelo fantástico quimérico, quando carente precisa do que promete sem comprometer-se.
E quando nos damos conta...chegamos a nos dar conta realmente? Retomada de si, do outro em nós, de nós no outro, o que ainda poderia significar? Um resgate do amor por arrepender-se ou por conquistar um modo extra, único e necessário de fruir o acontecimento da existência e a experiência de si na relação com o outro? Um devir, feito de devires e de combates que quebram todos os espelhos, - pois afinal o que pode, mais do que os espelhos, tudo achatar e tornar míseras miríades com suas falsas profundidades, sem real profundidade nem duração, esta essência rara do tempo de que é feita a vida? (Luiz Fuganti)
Data: 18 de novembro de 2011 às 20h00
Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo - SP (11) 3221-5558 / 3222-2662
REALIZAÇÃO
Ponto de Cultura Movimentos Nômades de Cultura / Escola Nômade de Filosofia
APOIO
Oficina Cultural Oswald de Andrade
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Cinema Nômade, com Alain Resnais

Hiroshima, meu amor
Um deslocamento radical na percepção da existência por força de um amor; outro foco, outro móvel move então o desejo; lances de tempos por vir e já passados brotam do toque suspenso das peles que ardem e derretem, e por entre os corpos que duram e se dilatam, vozes inauditas emergem, sentidos interrompidos reverberam, intensidades esmagadas ressurgem dos labirintos de tempos soterrados, subterrâneos da infamia misturados ao extraordinário da vida, entalados, engolfados, sufocados; sussurros de tempos vividos, gemidos dobrados; murmúrios dos movimentos raros e do insuportável esquecidos; memórias inconsoláveis, acontecimentos indigeríveis, fazendo retornar sempre esse algo de indestrutível... insalubres retornos, morredouros da confiança ou movedouros das causas profundas da corrosão da confiança e da força dos afetos mais nobres...?
Hiroshima, meu Amor (Hiroshima, mon Amour)
1959, França/Japão, 90min
Direção: Alain Resnais
Data: 21 de outubro de 2011 às 20h00
Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo - SP (11) 3221-5558 / 3222-2662
Entrada Franca
Ponto de Cultura Movimentos Nômades de Cultura
Oficina Cultural Oswald de Andrade
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