segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

PenCineLab - Série 1



Os Laboratórios de Pencinema são experimentações que se materializam por meio de séries de exibições de obras do cinema clássico e moderno. Essas obras são selecionadas pelo potencial de problematizar os modos de vida contemporâneos e pela capacidade de promover contato com universos culturais singulares, que contrastam com os modos homogêneos e cotidianos de viver. As experimentações objetivam, para além da investigação dos processos em curso na produção dos diferentes modos de vida, a ampliação da experiência sensível do tempo implicada no fazer dos diversos participantes. Assim, o contato com filmes que colocam em cheque os limites dos comportamentos e valores poderá gerar tendências criativas de novos territórios existenciais e de novas maneiras de viver e pensar a vida. Antes de cada exibição, uma breve apresentação será realizada, acompanhada de projeções de imagens visuais e sonoras, com o sentido de intensificar a experiência temporal e estética. Por fim, após a exibição, os participantes serão convidados à livre expressão de idéias e à degustação de pratos preparados em ressonância com a experiência cinematográfica, de forma a multiplicar sensações e descentralizar posturas e saberes.
                                                                                                                                                                  2/3/13 - Um Corpo que Cai, de Alfred Hitchcock
20/4/13 - Morte em Veneza, de Luchino Visconti

11/5/13 - Stromboli, de Roberto Rossellini

8/6/13 - Blade Runner, de Ridley Scott
                                                                                                                                                            Horários: encontros mensais, aos sábados, das 15 às 19 horas.

Local: Otto Bistrot – Rua Pedro Taques, 129 – Consolação – São Paulo – SP. +55 11 3231-5330

Realização: Instituto Aion.
www.institutoaion.com

Obs.: A participação é aberta e gratuita, conforme a capacidade de acomodação do local do encontro. A consumação é livre, mas restrita aos produtos oferecidos no evento.
                                                                                                                                                                  

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Process Art


U.S. and Europe, mid-1960s
Process art emphasizes the “process” of making art (rather than any predetermined composition or plan) and the concepts of change and transience, as elaborated in the work of such artists as Lynda Benglis, Eva Hesse, Robert Morris, Bruce Nauman, Alan Saret, Richard Serra, Robert Smithson, and Keith Sonnier. Their interest in process and the properties of materials as determining factors has precedents in the Abstract Expressionists’ use of unconventional methods such as dripping and staining. In a ground-breaking essay and exhibition in 1968, Morris posited the notion of “anti-form” as a basis for making art works in terms of process and time rather than as static and enduring icons, which he associated with “object-type” art. Morris stressed this new art’s de-emphasis of order through nonrigid materials, pioneered by Claes Oldenburg, and the manipulation of those materials through the processes of gravity, stacking, piling, and hanging.

Process artists were involved in issues attendant to the body, random occurrences, improvisation, and the liberating qualities of nontraditional materials such as wax, felt, and latex. Using these, they created eccentric forms in erratic or irregular arrangements produced by actions such as cutting, hanging, and dropping, or organic processes such as growth, condensation, freezing, or decomposition.

Fonte:http://www.guggenheim.org/new-york/